Esvai-se o dia,
chega o fim da tarde.
Recai o sol
sobre o horizonte.
É o jardim,
na tarde,
a se extinguir:
flores que se fecham.
O sol se despede,
como quem, aquém,
de saudade,
suspira.
Anseia o fim do dia
pela aurora das manhãs.
E o sol retorna,
adentra a janela
que se abre.
São os pássaros
que cantam.
São as flores
que despertam.
É o jardim
que volta a florir.
— Tiago Amaral

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