ao solo desce,
e, no pó do
mundo, pisa.
Nunca vi
face mais bela,
nem olhos
de tão doce
Nunca vi
face mais bela,
nem olhos
de tão doce
abismo.
No jardim,
secreto, te procuro,
flor sem nome.
Procuro
essa forma
quase divina,
quase sonho.
Onde estás, anjo?
Por que tardas?
Não surges
para, em teu encanto,
cativar-me os olhos
e inundar de luz
meu coração?
No jardim,
secreto, te procuro,
flor sem nome.
Procuro
essa forma
quase divina,
quase sonho.
Onde estás, anjo?
Por que tardas?
Não surges
para, em teu encanto,
cativar-me os olhos
e inundar de luz
meu coração?
— Tiago Amaral
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