Bravo è colui il cui
il cuore dell'amore appartiene.
Portamela da lontano
nostalgia.
Le stelle irradiano ciò che noi
Potevo vedere i suoi occhi.
E 'stato fatto davvero tutto
la bellezza sia nella stelle
su di lei.
Glorioso in ogni angolo
che nel mio cuore incanta.
L'atto di vivere cessa di essere
breve quando nel cuore
C'è un amore.
Cosa è veramente fatto
come tale vero.
Quanto è bello allora
sincero.
Se nella mancanza di sincerità
un tale amore vive Quindi non farlo
è amore Molto meno
bello, il più sincero. - Tiago Amaral
segunda-feira, 5 de fevereiro de 2018
O Que Nutre-se da Verdade
Bravo seja aquele cujo o
coração ao amor pertence.
Traz a mim ela de longe a
saudade.
As estrelas radiam o que nos
olhos dela eu via.
De verdade fosse feita toda
beleza tanto nas estrelas
quanto nela.
Gloriosa em cada canto que
que no meu coração encanta.
O ato de viver deixa de ser
breve quando no coração
tem se um amor.
Que de verdade é feito
como tal verdadeiro.
Que de bonito então seja
sincero.
Se na falta de sinceridade
tal amor vive. Então não
é amor. Muito menos
bonito, quanto mais sincero. – Tiago Amaral
coração ao amor pertence.
Traz a mim ela de longe a
saudade.
As estrelas radiam o que nos
olhos dela eu via.
De verdade fosse feita toda
beleza tanto nas estrelas
quanto nela.
Gloriosa em cada canto que
que no meu coração encanta.
O ato de viver deixa de ser
breve quando no coração
tem se um amor.
Que de verdade é feito
como tal verdadeiro.
Que de bonito então seja
sincero.
Se na falta de sinceridade
tal amor vive. Então não
é amor. Muito menos
bonito, quanto mais sincero. – Tiago Amaral
Entre A Mosca e A Besta
Não a mais o Super-Homem nos
tempos atuais. Nos novos tempos o homem é uma corda estendida entre a mosca e a
besta. Uma corda estendida sobre o abismo em uma perigosa a travessia, não a
mais saída, não a mais lugar para ele ir. É então por si só o homem um perigo
individual a si mesmo porque ele não pode voltar e nem seguir em frente.
No fundo do abismo residi os
dois lados as moscas e as bestas que anseia pelo homem. A única saída do homem
é o azul puro e celeste do céu. És tua única visão de salvação ou de elevação
espiritual da tua própria consciência animal ou instintos animalescos que na
sociedade é cada vez mais algo abominável.
O homem medíocre não acredita
que o céu és tua única saída cabendo a ceder para um dos lados do abismo ou a
cair diretamente nele. Fadado ao homem a viver a sua própria mediocridade não
mais individual e sim social.
A única saída do homem é
ceder aos próprios impulsos animalescos que o torna um ser deplorável
totalmente livre de uma imagem de liderança ou de uma imagem inspiradora. O que
a de amar no homem é a sua condição de liderar e de inspirar.
Sendo uma travessia faz do
homem a corda que quando não cede tende a si tornar pensante. E a travar
consigo mesmo uma luta ferrenha na qual ele luta para não cair no abismo ou
para não ser um fim, mas sim um a caso, uma ponte, um novo começo.
A difícil luta sobre o abismo
vai tornando o homem além de pensante solitário na sua crescente solidão. Na
luta ferrenha para não cair e nem para se tornar um fim torna o homem capaz de
perceber e reconhecer a sua própria condição.
O homem solitário é um homem
desesperado ou divino quando é capaz de ver a própria mediocridade que tua raça
o leva a ser. Então na luta ferrenha o homem olha para a única saída que é o
céu.
Só através da sua consciência
é o homem capaz de alcança-lo e através dela terá de moradas os altos picos ou
montanhas. Aonde de lá verá e meditará sobre toda a condição medíocre da tua
espécie animal. Se tornando capaz de pensar e refletir além dos pensamentos e
impulsos nos quais residi e prende os homens medíocres.
Incapazes de pensarem além
dos próprios instintos e impulsos animalescos que os tornam cada vez mais
figuras decadentes da imagem humana de um homem. Na qual o único papel da tua
existência é nascer, comer, beber, acasalar e morrer. De uma forma cada vez
mais animalesca e abominável dentro da sociedade. Se tornando cada vez o homem
digno do papel de vida de uma mosca ou de uma besta. – Tiago Amaral
domingo, 4 de fevereiro de 2018
Rara e Divina
Che rara bellezza era
la mia amata cosa è così divina.
Nell'amore che diventa vero
nota l'eternità.
In verità, quindi, il
amalo quando è vero
è esso stesso vero
Oh grazia che poi dell'atto
Una risata è nata se
un divino e bellissimo splendore.
E poi non c'era più niente
bello che lei.
Poi dalle labbra è stato fatto
caramelle e in ogni riga a
lavoro divino
Rendo la mia intera vita mia
cuore di appartenerle.
Nei sogni, ho creato il mio mondo.
il paradiso.
Di lode stava diventando il
il mio cuore d'amore
Quanto sei felice con me?
ti rende felice
Ai suoi occhi ha visto tanta gloria
Splendido era puro come
così bello l'atto di amarli.
Non solo gli occhi, ma anche
il proprietario
La cui bellezza è rara e divina per me
sembrava una bella canzone.
Quindi dovevo amarla.
come tenerlo in atto d'amore
nel profondo del mio cuore. - Tiago Amaral
la mia amata cosa è così divina.
Nell'amore che diventa vero
nota l'eternità.
In verità, quindi, il
amalo quando è vero
è esso stesso vero
Oh grazia che poi dell'atto
Una risata è nata se
un divino e bellissimo splendore.
E poi non c'era più niente
bello che lei.
Poi dalle labbra è stato fatto
caramelle e in ogni riga a
lavoro divino
Rendo la mia intera vita mia
cuore di appartenerle.
Nei sogni, ho creato il mio mondo.
il paradiso.
Di lode stava diventando il
il mio cuore d'amore
Quanto sei felice con me?
ti rende felice
Ai suoi occhi ha visto tanta gloria
Splendido era puro come
così bello l'atto di amarli.
Non solo gli occhi, ma anche
il proprietario
La cui bellezza è rara e divina per me
sembrava una bella canzone.
Quindi dovevo amarla.
come tenerlo in atto d'amore
nel profondo del mio cuore. - Tiago Amaral
Rara e Divina
Que de beleza rara se fazia
minha amada coisa tão divina.
No amor que se faz verdadeiro
nota-se a eternidade.
De verdade então nutre-se o
amor que quando es de verdade
se faz por si só verdadeiro.
Oh graça que então do ato
de um riso nascia se como
um esplendor divino e belo.
E não havia então coisa mais
bela que ela.
Então pelos lábios fazia-se
doces e em cada traço uma
obra divina.
Faço então a toda vida o meu
coração a pertencer a ela.
Em sonhos fazia do meu mundo
o paraíso.
De louvor foi se tornando o
meu coração de amor.
Que de tão alegre a mim me
faz feliz.
Nos olhos via tal gloria que
de lindo fazia-se puros quanto
tão bonito o ato de ama-los.
Não só os olhos, mas também
a dona.
Cuja a beleza rara e divina me
soava como uma belíssima canção.
Então me restava a ama-la
como guardá-la no ato de amor
no fundo do meu coração. – Tiago Amaral
minha amada coisa tão divina.
No amor que se faz verdadeiro
nota-se a eternidade.
De verdade então nutre-se o
amor que quando es de verdade
se faz por si só verdadeiro.
Oh graça que então do ato
de um riso nascia se como
um esplendor divino e belo.
E não havia então coisa mais
bela que ela.
Então pelos lábios fazia-se
doces e em cada traço uma
obra divina.
Faço então a toda vida o meu
coração a pertencer a ela.
Em sonhos fazia do meu mundo
o paraíso.
De louvor foi se tornando o
meu coração de amor.
Que de tão alegre a mim me
faz feliz.
Nos olhos via tal gloria que
de lindo fazia-se puros quanto
tão bonito o ato de ama-los.
Não só os olhos, mas também
a dona.
Cuja a beleza rara e divina me
soava como uma belíssima canção.
Então me restava a ama-la
como guardá-la no ato de amor
no fundo do meu coração. – Tiago Amaral
sábado, 3 de fevereiro de 2018
A Criatura
Era uma figura estranha alta
com longas pernas e de cor escura com dedos longos. Os braços então eram extremante
longos o que talvez o possibilitasse se locomover de forma fácil o que parecia então
que dá onde ele veio seria um lugar repleto de enormes arvores.
Certamente tal criatura vivia
em algum planeta a sim em algum lugar desse imenso e infinito universo.
A face era realmente de
diferente e de certa forma assustava, mas por dentro sentir que era uma
criatura dócil, se não porque teria salvado a minha misera vida?! A vida insignificante
de um ser tão inferior?! Um simples ser humano. Uma raça como eu havia dito insignificante
para o resto de todo universo repletos de seres com consciência superior.
Era um dia claro quente de
sol e lembro bem da sombra fresca de uma enorme arvore. Na qual eu havia subido
sem jamais imaginar o susto que teria eu depois de um certo tempo. Ao haver
logo abaixo de mim tal coisa que jamais imaginei ver muito menos a li. “Logo ali?!” pensava eu já imóvel ali no
chão de terra sem poder mais me movimentar.
Os olhos logo naquele dia de
sol a sim como o próprio sol emitia uma certa luminosidade dourada. Igualmente
como o sol e todas as estrelas e através deles eu sentir calor vindo daquela
criatura algo realmente humano de fato.
Há e sobre o pé de arvore no
qual subir era um pé grande de mangueira no qual estava repleto de mangas maduras
e doces.
Então voltando a lembrar
daquele momento quando me vi caído no chão sem ter mais como me mover. Eu me
sentia então totalmente imponente de diante de tal criatura. Eu havia perdido os
movimentos das pernas e também dos braços. Então havia eu perdido todo o
movimento do meu corpo devido à queda causada pelo susto que levei ao ver tal criatura.
Naquele momento somente os
meus olhos se movia então eu olhava para a tal criatura com um certo misto de
desespero. E também de saber ou então sentir que um certo milagre estava ou iria
acontecer naquele momento no qual eu pensei que iria morrer.
Tal milagre já era por si só
o fato de eu ter presenciado a tal criatura de fato. Que parecia e era de um
outro mundo de uma outra dimensão. E isso só fazia com que o meu coração
batesse de emoção. E eu como eu havia dito antes eu sentir maldade naquela criatura
a sim como sentia e ainda sinto em certas pessoas. Parecia que no mundo no qual
vivia eram um mundo repletos de seres de luz e infinitamente superiores a essa
raça animal chamada de homosapiens.
Então ao me ver ali caído eu
via a tal criatura se dirigindo vindo ater mim foi quando sentir uma onda de
calor principalmente ao fazer eu sentir novamente as minhas pernas e braços. No
exato momento os seus olhos a sim como uma de suas mãos brilhavam. Foi quando eu
então sentir que ele havia curado as minhas vertebras quebradas as sarando e as
colocando no lugar como um passe de magia.
Logo em seguinte ainda no
chão uma luz muito forte surgia no céu bem atrás dele uma luz que parecia uma enorme
esfera luminosa. E dentro parecia ser o seu veiculo de transporte e através das
janelas pequenas janelas arredondadas com um fundo meio dourado deu para ver
silhuetas. Provavelmente de outros e iguais a ele.
Então eu me levantei e não
sabia o que dizer e nem que ele entenderia, mas claro ele entenderia ou saberia
com certeza o que eu estaria dizendo. Um ser que deve ter viajado anos luz pelo
universo para vim parar em um planeta dominado por uma raça tão inferior como é
a raça humana. Então logo simplesmente o agradeci dizendo:
– Obrigado – disse eu.
Então olhou para mim com os
olhos ainda imitindo uma certa luz de dourada para azul. E pareceu que e a
dizer algo alguma coisa e realmente disse:
– Shor da chi narratir anunari
– foi o que disse.
Eu não entendi, mas parece
que foi uma forma de agradecimento, mas logo depois colocou sobre a minha
cabeça uma de suas mãos; mais uma vez algo ofuscante aconteceu. Depois eu só me
lembro da tal criatura se dirigindo a tal esfera luminosa e sumindo.
A esfera subiu, mas parou
ater uma certa altura sobre a colheita de milho do lado do tal pé de mangueira.
E uma luz forte descia sobre o milharal e logos depois a nave subiu sumindo rapidamente
na direção do céu.
E
quando fui ver o que aconteceu no milharal era um enorme símbolo ou sinal que
eu não sei o que era. E isso foi tudo disse eu guardando para mim que a tal
criatura deixou em minha mente toda sabedoria do universo; que o sinal significava:
“Voltaremos!” E não seria uma simples
volta. – Tiago Amaralsexta-feira, 2 de fevereiro de 2018
Alma Para Alma
E simplesmente Deus, pegou
toda a beleza e esculpiu tal
coisa divina. Tanto quanto
sublime e celeste.
Cuja tal beleza os meus olhos
já mais havia visto igual.
Tanto que em mim só cabia
o ato de admirar e amar tal
dama.
Como luzes douradas parecia
que tudo se iluminava com tua
nobilíssima presença.
Retive eu em segredo o meu
primeiro suspiro de amor.
E tudo ao redor dela era traduzido
em uma única palavra: “amor”
E em mim retive mais uma
vez em segredo tal amor aquela
dama que tanto me inspirava.
Pelo amor floria tanto que foi
me encantando cada vez mais.
Então via-me livre, encontrei
por fim uma dama cuja a alma
feminina era aquela que eu tanto
sonhei encontrar, desde da tenra
idade.
O amor em mim então fez-se
no ato de amar, verdadeiro.
Era então o amor de almas,
cuja a minha então eu via
a ama-la eternamente. Tal alma
gloriosa de minha nobilíssima
dama amada. – Tiago Amaral
toda a beleza e esculpiu tal
coisa divina. Tanto quanto
sublime e celeste.
Cuja tal beleza os meus olhos
já mais havia visto igual.
Tanto que em mim só cabia
o ato de admirar e amar tal
dama.
Como luzes douradas parecia
que tudo se iluminava com tua
nobilíssima presença.
Retive eu em segredo o meu
primeiro suspiro de amor.
E tudo ao redor dela era traduzido
em uma única palavra: “amor”
E em mim retive mais uma
vez em segredo tal amor aquela
dama que tanto me inspirava.
Pelo amor floria tanto que foi
me encantando cada vez mais.
Então via-me livre, encontrei
por fim uma dama cuja a alma
feminina era aquela que eu tanto
sonhei encontrar, desde da tenra
idade.
O amor em mim então fez-se
no ato de amar, verdadeiro.
Era então o amor de almas,
cuja a minha então eu via
a ama-la eternamente. Tal alma
gloriosa de minha nobilíssima
dama amada. – Tiago Amaral
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