Os pássaros
voam nessa
manhã sombria
enquanto os
olhos se perdem
no horizonte.
Os corvos,
parados,
em meio à
colheita.
E na cozinha,
o vapor do
café sobre
a mesa.
O contraste
que se perde
nas nuvens
do amanhecer.
E entre livros
e mobílias.
E os pensamentos
que duram até
o entardecer.
E entre a solidão
e o coração.
Memórias são
como pássaros. – Tiago Amaral
segunda-feira, 29 de dezembro de 2025
quarta-feira, 17 de dezembro de 2025
Entre Estrelas
Estrelas em
silêncios
em noites de
luar.
Os olhos que
refletem a terra.
A natureza
dos lobos.
O xamã sobre
as pedras.
O caminho
conduz o
homem.
Constelações,
plêiades.
Rumo ao
infinito.
Almas
pulsantes.
Nada mais
bonito. – Tiago Amaral
silêncios
em noites de
luar.
Os olhos que
refletem a terra.
A natureza
dos lobos.
O xamã sobre
as pedras.
O caminho
conduz o
homem.
Constelações,
plêiades.
Rumo ao
infinito.
Almas
pulsantes.
Nada mais
bonito. – Tiago Amaral
sexta-feira, 12 de dezembro de 2025
Castelos de Areia
Como
o sol
que se põe,
castelos de
areia são
abandonados.
A praia nunca
esteve tão
solitária,
o horizonte
nunca esteve
tão triste.
Lembranças
circulam
como plumas
ao vento.
O teu jardim
repousa sob
o sol da tarde.
Entre raios
solares,
olhares,
e o fogo da
alma que
ainda queima. – Tiago Amaral
que se põe,
castelos de
areia são
abandonados.
A praia nunca
esteve tão
solitária,
o horizonte
nunca esteve
tão triste.
Lembranças
circulam
como plumas
ao vento.
O teu jardim
repousa sob
o sol da tarde.
Entre raios
solares,
olhares,
e o fogo da
alma que
ainda queima. – Tiago Amaral
quarta-feira, 3 de dezembro de 2025
Memórias ao Entardecer
Observo o horizonte.
Gaivotas cruzam o céu
sobre o oceano silencioso.
No jardim, sob a chuva,
é onde encontro
as tuas memórias.
Lembranças de inverno,
leves como plumas ao vento,
como folhas de outono
carregadas pelo ar.
Memórias repentinas,
como a tarde que se apaga,
enquanto o sol, no horizonte,
lentamente se põe. – Tiago Amaral
Gaivotas cruzam o céu
sobre o oceano silencioso.
No jardim, sob a chuva,
é onde encontro
as tuas memórias.
Lembranças de inverno,
leves como plumas ao vento,
como folhas de outono
carregadas pelo ar.
Memórias repentinas,
como a tarde que se apaga,
enquanto o sol, no horizonte,
lentamente se põe. – Tiago Amaral
sexta-feira, 21 de novembro de 2025
Entre a Chuva e o Sol
Lembranças
que o tempo traz sob o
temporal da
tarde.
temporal da
tarde.
O jardim
sob a chuva
e a solidão
que repousa,
em silêncio,
no coração.
Almas que
caminham
enquanto
o tempo fecha
e a chuva cai.
A tarde, tão
distinta,
se perde
em meio ao
contraste
do sol, a se
pôr sobre a
linha do
horizonte. – Tiago Amaral
distinta,
se perde
em meio ao
contraste
do sol, a se
pôr sobre a
linha do
horizonte. – Tiago Amaral
terça-feira, 11 de novembro de 2025
Dança Cósmica
Quanto
silencio
nessa
tarde
sombria.
Algo que
corta como
o fio da navalha...
Um diamante
a brilhar na
escuridão.
A fogueira
na calada
da noite,
sob o céu
de estrela,
reluzindo na
infinitude.
Ela, a menina
que dança
ao redor
do fogo.
E os olhos,
o sorriso,
brilham
como estrelas
perdidas
na imensidão
cósmica. – Tiago Amaral
silencio
nessa
tarde
sombria.
Algo que
corta como
o fio da navalha...
Um diamante
a brilhar na
escuridão.
A fogueira
na calada
da noite,
sob o céu
de estrela,
reluzindo na
infinitude.
Ela, a menina
que dança
ao redor
do fogo.
E os olhos,
o sorriso,
brilham
como estrelas
perdidas
na imensidão
cósmica. – Tiago Amaral
quarta-feira, 5 de novembro de 2025
Fotos e Faróis
Flores
sob a tarde.
Um olha
no horizonte.
Quanto
tempo já faz...
O mar,
o sol, um
campo
inteiro de
girassóis.
Antigos e
velhos faróis.
Canções
antigas,
fotos
perdidas.
Como um
horizonte
em meio a
neblina.
O sol que
entrava
pelas janelas
de casa, entre
velhas mobílias. – Tiago Amaral
sob a tarde.
Um olha
no horizonte.
Quanto
tempo já faz...
O mar,
o sol, um
campo
inteiro de
girassóis.
Antigos e
velhos faróis.
Canções
antigas,
fotos
perdidas.
Como um
horizonte
em meio a
neblina.
O sol que
entrava
pelas janelas
de casa, entre
velhas mobílias. – Tiago Amaral
sábado, 1 de novembro de 2025
O Silêncio do Jardim
Folhas que
se vão ao
vento.
A chuva que
chega sob
o fim da
tarde.
Sobre o
cais
abandonado,
pássaros
voam
sob o
entardecer.
Você ainda
lembra
do jardim...
Quantas
lembranças
ainda
repousam ali.
Fincadas
como raízes,
ruínas sob
os raios de
sol da tarde. – Tiago Amaral
se vão ao
vento.
A chuva que
chega sob
o fim da
tarde.
Sobre o
cais
abandonado,
pássaros
voam
sob o
entardecer.
Você ainda
lembra
do jardim...
Quantas
lembranças
ainda
repousam ali.
Fincadas
como raízes,
ruínas sob
os raios de
sol da tarde. – Tiago Amaral
quarta-feira, 29 de outubro de 2025
Sob a Chuva de Primavera
Hoje o jardim
amanheceu
sob a morna
chuva de
primavera.
Quantas eras
já se vão...
Observava
as crianças
brincarem
no parque,
enquanto
os pássaros
voavam.
Quantas
lembranças
de outrora,
quantas
recordações
na memória,
coisas que o
tempo não
apaga.
Ficam,
como fogo
que não se
extingue,
mesmo sob
a fria e forte
brisa do inverno;
ferida que
não se
cicatriza. – Tiago Amaral
sob a morna
chuva de
primavera.
Quantas eras
já se vão...
Observava
as crianças
brincarem
no parque,
enquanto
os pássaros
voavam.
Quantas
lembranças
de outrora,
quantas
recordações
na memória,
coisas que o
tempo não
apaga.
Ficam,
como fogo
que não se
extingue,
mesmo sob
a fria e forte
brisa do inverno;
ferida que
não se
cicatriza. – Tiago Amaral
segunda-feira, 27 de outubro de 2025
Uma Tarde Cinza Sobre O Mar
O sol, hoje,
mal apareceu
por entre nuvens
cinzentas,
a esconder
o azul do céu.
O mar nunca
esteve tão
solitário, sob
uma tarde
tão fria, a
se extinguir.
Hoje, o único
sol que brilhou
foi a luz do
velho farol,
sob ao ausência
dos raios de
sol.
Como o tempo
passa...
Triste tarde
sob o frio de
inverno,
como folhas
que se despende
e voam ao vento. – Tiago Amaral
mal apareceu
por entre nuvens
cinzentas,
a esconder
o azul do céu.
O mar nunca
esteve tão
solitário, sob
uma tarde
tão fria, a
se extinguir.
Hoje, o único
sol que brilhou
foi a luz do
velho farol,
sob ao ausência
dos raios de
sol.
Como o tempo
passa...
Triste tarde
sob o frio de
inverno,
como folhas
que se despende
e voam ao vento. – Tiago Amaral
sábado, 25 de outubro de 2025
Primavera Chuvosa
A primavera
amanheceu
chuvosa,
lembranças
trazidas ao
vento.
Como folhas
secas ao fim
de uma tarde
fria de outono,
que caem e
se vão.
Quantas
recordações
vem e vão
como ondas
do mar
quebrando
na praia.
Memorias
repousam
sobre um jardim
abandonado,
entre ruinas
do passado. – Tiago Amaral
amanheceu
chuvosa,
lembranças
trazidas ao
vento.
Como folhas
secas ao fim
de uma tarde
fria de outono,
que caem e
se vão.
Quantas
recordações
vem e vão
como ondas
do mar
quebrando
na praia.
Memorias
repousam
sobre um jardim
abandonado,
entre ruinas
do passado. – Tiago Amaral
quarta-feira, 15 de outubro de 2025
Chuva das Flores
Rosas negras
e a primavera
a me lembrar.
O sol das manhãs
agora se põe.
Chuva de
primavera,
quantas
memórias
nesse fim de
tarde.
Um jardim
abandonado
numa tarde
a se extinguir.
Flores,
em seu último
desabrochar,
fitam o horizonte
e o sol a se pôr. – Tiago Amaral
e a primavera
a me lembrar.
O sol das manhãs
agora se põe.
Chuva de
primavera,
quantas
memórias
nesse fim de
tarde.
Um jardim
abandonado
numa tarde
a se extinguir.
Flores,
em seu último
desabrochar,
fitam o horizonte
e o sol a se pôr. – Tiago Amaral
sexta-feira, 10 de outubro de 2025
Folhas ao Vento
Folhas que se
vão ao vento,
como tudo
que se vai,
como tudo
que chega
ao fim.
Estrelas
cadentes que
se perdem
entre o brilho
das outras
sob um
horizonte
escuro.
Quanta
saudade
reside
nessas ruínas
antigas.
Quantas
memórias
ainda moram
nesse lugar.
Um jardim
abandonado
sob os raios
do sol da
primavera
ao entardecer. – Tiago Amaral
vão ao vento,
como tudo
que se vai,
como tudo
que chega
ao fim.
Estrelas
cadentes que
se perdem
entre o brilho
das outras
sob um
horizonte
escuro.
Quanta
saudade
reside
nessas ruínas
antigas.
Quantas
memórias
ainda moram
nesse lugar.
Um jardim
abandonado
sob os raios
do sol da
primavera
ao entardecer. – Tiago Amaral
domingo, 28 de setembro de 2025
Flores de Orquídeas
Como flores
de orquídeas.
O mar que
amanheceu
mais frio.
Fotos antigas
como
lembranças
passadas.
Recortes de
jornais.
Os pássaros
voam sob
a tarde fria.
A luz do farol
e o contraste
do pôr do sol.
Uma silhueta
em meio ao cais.
Recordações
em torno do
velho moinho.
Hoje eu vi
aqui te ver
e ficar um pouco
com você.
Sepulturas
sob a chuva. – Tiago Amaral
de orquídeas.
O mar que
amanheceu
mais frio.
Fotos antigas
como
lembranças
passadas.
Recortes de
jornais.
Os pássaros
voam sob
a tarde fria.
A luz do farol
e o contraste
do pôr do sol.
Uma silhueta
em meio ao cais.
Recordações
em torno do
velho moinho.
Hoje eu vi
aqui te ver
e ficar um pouco
com você.
Sepulturas
sob a chuva. – Tiago Amaral
quarta-feira, 17 de setembro de 2025
Solidão Sob O Luar
De tanta
solidão em
cada flor
e em cada
flor uma dor.
Estrelas no
céu e
canções nos
corações.
Noite de
luar, o brilho
da lua sobre as
águas do mar.
E nos olhos
do lince,
um brilho no
olhar.
E sobre as
águas do mar,
minha secreta
solidão
sob a luz
do luar. – Tiago Amaral
solidão em
cada flor
e em cada
flor uma dor.
Estrelas no
céu e
canções nos
corações.
Noite de
luar, o brilho
da lua sobre as
águas do mar.
E nos olhos
do lince,
um brilho no
olhar.
E sobre as
águas do mar,
minha secreta
solidão
sob a luz
do luar. – Tiago Amaral
terça-feira, 9 de setembro de 2025
A Espera Nas Ondas
Como olhos noturnos
sob o céu de estrelas.
Histórias antigas,
canções esquecidas.
Sobre as águas do mar
as estrelas se perdem
no pleno luar.
As ondas beijam a praia
e espero
que a tragam de volta
pra mim. – Tiago Amaral
sob o céu de estrelas.
Histórias antigas,
canções esquecidas.
Sobre as águas do mar
as estrelas se perdem
no pleno luar.
As ondas beijam a praia
e espero
que a tragam de volta
pra mim. – Tiago Amaral
quarta-feira, 27 de agosto de 2025
Ruínas da Saudade
A chuva sobre
a cidade.
Tudo que foi,
alguns anos o
tempo já levou.
Mas nem tudo
se foi, como
cada estação
que se esvai.
Cada pôr do
sol em cada
entardecer.
Cada saudade
a florescer.
Um jardim
molhado pela
chuva.
Cada fim de
tarde em sua
ausência.
Em suas
lembranças
que ainda
resistem
ao tempo,
como ruínas
antigas. – Tiago Amaral
#poesia #arte #beleza #saudade #poemas
#entardecer #memórias #natureza #inspiração

a cidade.
Tudo que foi,
alguns anos o
tempo já levou.
Mas nem tudo
se foi, como
cada estação
que se esvai.
Cada pôr do
sol em cada
entardecer.
Cada saudade
a florescer.
Um jardim
molhado pela
chuva.
Cada fim de
tarde em sua
ausência.
Em suas
lembranças
que ainda
resistem
ao tempo,
como ruínas
antigas. – Tiago Amaral
#poesia #arte #beleza #saudade #poemas
#entardecer #memórias #natureza #inspiração
quarta-feira, 20 de agosto de 2025
Rosa Sob O Temporal
Como campos
sob a chuva.
O dia amanheceu
tão silencioso.
Recortes de jornais
molhados.
Enquanto os
cães se abrigam.
Antigas ruínas
abandonadas.
Sepultaras sob
a chuva.
Uma rosa caída
em meio ao
temporal.
Fotografias
guardadas.
Memórias que
nunca se esvaem. – Tiago Amaral
sob a chuva.
O dia amanheceu
tão silencioso.
Recortes de jornais
molhados.
Enquanto os
cães se abrigam.
Antigas ruínas
abandonadas.
Sepultaras sob
a chuva.
Uma rosa caída
em meio ao
temporal.
Fotografias
guardadas.
Memórias que
nunca se esvaem. – Tiago Amaral
terça-feira, 12 de agosto de 2025
Memórias do Entardecer
A saudade
da tarde
que chega
nesse
entardecer.
Saudades
e memórias
como ruínas
abandonadas.
Como plumas
ao vento,
folhas de
outono
suspensa no ar.
Como
lembranças
de um velho
farol,
flores de
girassóis
diante do
do moinho
antigo. – Tiago Amaral
da tarde
que chega
nesse
entardecer.
Saudades
e memórias
como ruínas
abandonadas.
Como plumas
ao vento,
folhas de
outono
suspensa no ar.
Como
lembranças
de um velho
farol,
flores de
girassóis
diante do
do moinho
antigo. – Tiago Amaral
sexta-feira, 1 de agosto de 2025
Estrelas Sobre O Mar
Do fundo
do oceano.
Lago secreto.
Noite de sereia.
O brilho da
lua na areia.
Secreta solidão,
lago do peito.
No fundo do
coração,
no brilho do
olhar.
Uma noite...
linda de luar.
Mil e um castelos
de areia.
Cantos de
sereias.
Estrelas no
céu.
Estrelas
também sobre
o mar.
E um coração
a navegar. – Tiago Amaral
do oceano.
Lago secreto.
Noite de sereia.
O brilho da
lua na areia.
Secreta solidão,
lago do peito.
No fundo do
coração,
no brilho do
olhar.
Uma noite...
linda de luar.
Mil e um castelos
de areia.
Cantos de
sereias.
Estrelas no
céu.
Estrelas
também sobre
o mar.
E um coração
a navegar. – Tiago Amaral
quarta-feira, 16 de julho de 2025
Quando a Chuva Lembra
Quando os pássaros
voam sobre o amanhecer,
meus pensamentos
alçam voo no
silêncio do entardecer.
O vento corta
uma manhã cinzenta.
Nas flores,
o eco suave
da última chuva.
O amarelado do sol
toca os girassóis,
vestígios da última
primavera, como
uma antiga fotografia
esquecida
num porta-retrato.
Redemoinho em
formato espiral.
Recordações sob a chuva,
memórias de um inverno
que o tempo
jamais levou. – Tiago Amaral

voam sobre o amanhecer,
meus pensamentos
alçam voo no
silêncio do entardecer.
O vento corta
uma manhã cinzenta.
Nas flores,
o eco suave
da última chuva.
O amarelado do sol
toca os girassóis,
vestígios da última
primavera, como
uma antiga fotografia
esquecida
num porta-retrato.
Redemoinho em
formato espiral.
Recordações sob a chuva,
memórias de um inverno
que o tempo
jamais levou. – Tiago Amaral
quarta-feira, 2 de julho de 2025
Sementes da Ausência
Como o vento,
ao longe,
sopra em sua
solidão
tudo o que
ainda restou.
Lembranças
que teu jardim
deixou.
A saudade,
sob a chuva
da manhã.
Quantas
memórias,
quantas
saudades,
quantas
recordações
guardam-se ali.
Como se nada
partisse,
como se tudo
ainda florescesse.
Assim como
as flores do
teu jardim. – Tiago Amaral
ao longe,
sopra em sua
solidão
tudo o que
ainda restou.
Lembranças
que teu jardim
deixou.
A saudade,
sob a chuva
da manhã.
Quantas
memórias,
quantas
saudades,
quantas
recordações
guardam-se ali.
Como se nada
partisse,
como se tudo
ainda florescesse.
Assim como
as flores do
teu jardim. – Tiago Amaral
quarta-feira, 25 de junho de 2025
Jardim das Memórias
Memórias de
um outono.
Como canções
que já não tocam
mais no rádio.
Folhas secas
em uma tarde
tão fria.
Flores de
inverno numa
manhã tão
bela.
Um jardim
sob a chuva.
O sol pela
manhã, como
memórias
repentinas.
Em uma tarde
solitária e
fria de inverno.
E a tarde chega
ao fim, sobre
as memórias
do jardim. – Tiago Amaral
um outono.
Como canções
que já não tocam
mais no rádio.
Folhas secas
em uma tarde
tão fria.
Flores de
inverno numa
manhã tão
bela.
Um jardim
sob a chuva.
O sol pela
manhã, como
memórias
repentinas.
Em uma tarde
solitária e
fria de inverno.
E a tarde chega
ao fim, sobre
as memórias
do jardim. – Tiago Amaral
quinta-feira, 19 de junho de 2025
Estação da Partida
Pássaros sob
o amanhecer.
À tarde, o sol
se despede
sob o entardecer.
Diante do
horizonte,
quantas
andorinhas
voam sobre
a colheita.
Quantas
recordações
nessa flor
de girassol.
E quantas
lembranças
nesse pôr
do sol.
Quantas
saudades
daquelas
tardes de
outono.
Quanto pesar
daquele
último outono. – Tiago Amaral
o amanhecer.
À tarde, o sol
se despede
sob o entardecer.
Diante do
horizonte,
quantas
andorinhas
voam sobre
a colheita.
Quantas
recordações
nessa flor
de girassol.
E quantas
lembranças
nesse pôr
do sol.
Quantas
saudades
daquelas
tardes de
outono.
Quanto pesar
daquele
último outono. – Tiago Amaral
quinta-feira, 12 de junho de 2025
Jardim Abandonado
Como antigas
fotografias,
um jardim
abandonado,
como antigas
sepulturas.
O sol de
outono a se
pôr sobre
o horizonte,
como o último
florescer
de um girassol.
Lembranças
que se perdem
ao vento,
minhas únicas
testemunhas.
Como teus
olhos, em minhas
memórias:
flores desabro-
chando
numa manhã
fotografias,
um jardim
abandonado,
como antigas
sepulturas.
O sol de
outono a se
pôr sobre
o horizonte,
como o último
florescer
de um girassol.
Lembranças
que se perdem
ao vento,
minhas únicas
testemunhas.
Como teus
olhos, em minhas
memórias:
flores desabro-
chando
numa manhã
de primavera. – Tiago Amaral
quinta-feira, 5 de junho de 2025
Jardim das Memórias
Com folhas
de outono.
Como um jardim
sob a chuva.
Como corvos
voando sob
o amanhecer.
Na tarde,
o entardecer
que chega
em sua secreta
solidão.
Folhas que
se dissipam
em pleno ar.
Um jardim
em minhas
memórias,
como flores
sob a chuva,
como teus
retratos
em meus desenhos.
Enquanto
a chuva cai,
enquanto
a tarde
se esvai,
enquanto
o tempo
se fecha
sobre
minha secreta
de outono.
Como um jardim
sob a chuva.
Como corvos
voando sob
o amanhecer.
Na tarde,
o entardecer
que chega
em sua secreta
solidão.
Folhas que
se dissipam
em pleno ar.
Um jardim
em minhas
memórias,
como flores
sob a chuva,
como teus
retratos
em meus desenhos.
Enquanto
a chuva cai,
enquanto
a tarde
se esvai,
enquanto
o tempo
se fecha
sobre
minha secreta
solidão. –
Tiago Amaral
segunda-feira, 2 de junho de 2025
Memórias de Outono
Ao longe
gaivotas
voam sobre
as águas do
oceano.
No cais
um barco
solitário.
Enquanto
folhas de
outono
se perdem
no ar.
O retrato
de um velho
farol.
Memorias
de um velho
moinho.
Enquanto
a chuva
começa a cair.
E o sol se
põe sobre o
horizonte. – Tiago Amaral
gaivotas
voam sobre
as águas do
oceano.
No cais
um barco
solitário.
Enquanto
folhas de
outono
se perdem
no ar.
O retrato
de um velho
farol.
Memorias
de um velho
moinho.
Enquanto
a chuva
começa a cair.
E o sol se
põe sobre o
horizonte. – Tiago Amaral
quinta-feira, 22 de maio de 2025
Jardim de Orquídeas
Orquídeas
de um jardim
secreto.
O farol
solitário
como o pôr
do sol.
Lembranças
que cercam
o velho
moinho,
como crianças
a brincando
ao vento.
Mesmo sob
a fria
tarde de
outono,
as ondas
tão solitárias...
Ainda assim
retornam
para beijar
a praia.
Memórias
repentinas.
Lembranças
que voltam
como ondas
do mar,
como cada
estação
que se esvai. – Tiago Amaral
de um jardim
secreto.
O farol
solitário
como o pôr
do sol.
Lembranças
que cercam
o velho
moinho,
como crianças
a brincando
ao vento.
Mesmo sob
a fria
tarde de
outono,
as ondas
tão solitárias...
Ainda assim
retornam
para beijar
a praia.
Memórias
repentinas.
Lembranças
que voltam
como ondas
do mar,
como cada
estação
que se esvai. – Tiago Amaral
quinta-feira, 15 de maio de 2025
Lágrimas de Outono
Quantas lembranças
retornam como
ondas do mar.
Olho a linha
do horizonte
para me recordar.
Uma casa sob
a chuva em meio
à tarde fria.
Tantas recordações,
como antigas
canções
que tocam no rádio.
Diante do imenso
oceano, enquanto
o vento sopra
entre nuvens
de algodão.
Parece que
tudo ainda está
no ar, como folhas
secas de outono
levadas pelo vento. – Tiago Amaral
retornam como
ondas do mar.
Olho a linha
do horizonte
para me recordar.
Uma casa sob
a chuva em meio
à tarde fria.
Tantas recordações,
como antigas
canções
que tocam no rádio.
Diante do imenso
oceano, enquanto
o vento sopra
entre nuvens
de algodão.
Parece que
tudo ainda está
no ar, como folhas
secas de outono
levadas pelo vento. – Tiago Amaral
segunda-feira, 5 de maio de 2025
Jardim Solitário
Flores em
secretas
solidão.
Um jardim
solitário
sob a chuva
de outono.
Hoje, a tarde
foi tão fria
como aquela
última tarde
de inverno.
Saudades
repentinas,
como folhas
secas de outono
ao vento.
Minhas únicas
testemunhas
são essas
lembranças,
como esperanças
sob a tarde
fria. – Tiago Amaral
secretas
solidão.
Um jardim
solitário
sob a chuva
de outono.
Hoje, a tarde
foi tão fria
como aquela
última tarde
de inverno.
Saudades
repentinas,
como folhas
secas de outono
ao vento.
Minhas únicas
testemunhas
são essas
lembranças,
como esperanças
sob a tarde
fria. – Tiago Amaral
sexta-feira, 11 de abril de 2025
Jardim Silencioso
O
sol alaranjado
de outono.
As tardes frias,
como as folhas
secas que dançam
com o vento.
Que o vento
sempre traz de
volta — assim
como retornam
as lembranças
daquela tarde
de primavera.
Quantas canções
a tocar no
rádio, enquanto
vejo o tempo
lá fora —
como corações
que se perdem
na chuva.
Parece que os
dias não são
mais os mesmos.
Nem mesmo o
jardim, que antes
vivia a florir. – Tiago Amaral
de outono.
As tardes frias,
como as folhas
secas que dançam
com o vento.
Que o vento
sempre traz de
volta — assim
como retornam
as lembranças
daquela tarde
de primavera.
Quantas canções
a tocar no
rádio, enquanto
vejo o tempo
lá fora —
como corações
que se perdem
na chuva.
Parece que os
dias não são
mais os mesmos.
Nem mesmo o
jardim, que antes
vivia a florir. – Tiago Amaral
quarta-feira, 2 de abril de 2025
Saudade Distinta
Rosas
também
morrem.
Folhas que
se perdem
no vento
da tarde.
Uma saudade
em plena tarde
de outono.
Lembranças
nos cômodos
da casa.
Um dia de
chuva.
Uma manhã
tão cinza.
Uma saudade
tão distinta.
A tarde se
esvai como
o fim de cada
estação que
chega ao seu
fim.
O pôr do sol
no entardecer. – Tiago Amaral
também
morrem.
Folhas que
se perdem
no vento
da tarde.
Uma saudade
em plena tarde
de outono.
Lembranças
nos cômodos
da casa.
Um dia de
chuva.
Uma manhã
tão cinza.
Uma saudade
tão distinta.
A tarde se
esvai como
o fim de cada
estação que
chega ao seu
fim.
O pôr do sol
no entardecer. – Tiago Amaral
quinta-feira, 27 de março de 2025
Lembranças No Horizonte
Tudo que ficou
quando olho
para o horizonte,
quando vejo
o sol se pôr,
A decadência
sob a chuva
a se aproximar.
Quantas
recordações
diante desse
mar.
O velho farol
parece que
me traz
companhia,
enquanto o
observo, a tarde
chegar ao fim.
Enquanto
as ondas,
sutilmente,
retornam
para beijar
a praia. – Tiago Amaral
quando olho
para o horizonte,
quando vejo
o sol se pôr,
A decadência
sob a chuva
a se aproximar.
Quantas
recordações
diante desse
mar.
O velho farol
parece que
me traz
companhia,
enquanto o
observo, a tarde
chegar ao fim.
Enquanto
as ondas,
sutilmente,
retornam
para beijar
a praia. – Tiago Amaral
quarta-feira, 19 de março de 2025
Lembranças ao Vento
Ao longe as
memórias
se dissipam,
junto com o
pôr do sol.
E tudo se
esvai, como
o fim de cada
estação.
Ontem, eu
estava aqui,
lembranças
que se
transformam
em folhas
secas.
Mas sempre
voltam, a sim,
como folhas
secas ao vento.
Como toda
saudade nas
tardes de
outono. – Tiago Amaral
memórias
se dissipam,
junto com o
pôr do sol.
E tudo se
esvai, como
o fim de cada
estação.
Ontem, eu
estava aqui,
lembranças
que se
transformam
em folhas
secas.
Mas sempre
voltam, a sim,
como folhas
secas ao vento.
Como toda
saudade nas
tardes de
outono. – Tiago Amaral
sábado, 15 de março de 2025
Entre o Verão e o Outono
Quando o sol
se põe em meio
ao frio do outono
que se aproxima,
o sol hoje estava
tão tímido.
Sob a última
chuva do
verão, antes
do sol se pôr,
enquanto o
outono se
aproxima.
Dias de
decadência.
Um tempo
interminável.
Posso ver,
que tudo que
ainda
floresce
por aqui.
Me traz você,
mesmo quando
a chuva começa
a cair, enquanto
o fim da tarde
se aproxima. – Tiago Amaral
se põe em meio
ao frio do outono
que se aproxima,
o sol hoje estava
tão tímido.
Sob a última
chuva do
verão, antes
do sol se pôr,
enquanto o
outono se
aproxima.
Dias de
decadência.
Um tempo
interminável.
Posso ver,
que tudo que
ainda
floresce
por aqui.
Me traz você,
mesmo quando
a chuva começa
a cair, enquanto
o fim da tarde
se aproxima. – Tiago Amaral
sexta-feira, 7 de março de 2025
O Velho Moinho
Nesse clima,
nessa tarde,
se esvaindo,
a chuva pela
manhã.
Me trouxe
lembranças,
de quando
brincávamos
entre o velho
moinho.
Mesmo quando
estava prestes
a chover e o
céu começava
a escurecer.
Hoje, tudo
ainda me traz
você, como o sol
se pondo no
horizonte. – Tiago Amaral
nessa tarde,
se esvaindo,
a chuva pela
manhã.
Me trouxe
lembranças,
de quando
brincávamos
entre o velho
moinho.
Mesmo quando
estava prestes
a chover e o
céu começava
a escurecer.
Hoje, tudo
ainda me traz
você, como o sol
se pondo no
horizonte. – Tiago Amaral
sexta-feira, 28 de fevereiro de 2025
Ventos do Litoral
O vento vindo
do litoral,
como cantos
a ouvir de
navios piratas.
Como alguém
que, em silêncio,
espera
ansiosamente
por uma carta.
A saudade
que tanto
afligia a alma,
mesmo em
noite calma.
Sob o luar,
com a lua a
iluminar,
onde a alma
em repouso
e lamento
clamava em
silêncio. – Tiago Amaral.
do litoral,
como cantos
a ouvir de
navios piratas.
Como alguém
que, em silêncio,
espera
ansiosamente
por uma carta.
A saudade
que tanto
afligia a alma,
mesmo em
noite calma.
Sob o luar,
com a lua a
iluminar,
onde a alma
em repouso
e lamento
clamava em
silêncio. – Tiago Amaral.
terça-feira, 25 de fevereiro de 2025
Farol da Memória
Folhas
ao
vento sob
a tarde fria.
Estive aqui
pela manhã.
Como sempre,
estarei assim,
como o velho
farol que
ainda brilha.
Nessa tarde,
o horizonte
estava tão
solitário,
assim como as
ondas do mar.
Às vezes,
fico aqui,
esperando
apenas que
o vento me
acerte.
Enquanto
me abraço
forte sob
o frio do
entardecer. – Tiago Amaral
vento sob
a tarde fria.
Estive aqui
pela manhã.
Como sempre,
estarei assim,
como o velho
farol que
ainda brilha.
Nessa tarde,
o horizonte
estava tão
solitário,
assim como as
ondas do mar.
Às vezes,
fico aqui,
esperando
apenas que
o vento me
acerte.
Enquanto
me abraço
forte sob
o frio do
entardecer. – Tiago Amaral
segunda-feira, 24 de fevereiro de 2025
A Tempestade e o Chamado do Abismo
Ao longe, no horizonte,
o céu escurecia.
Os moradores se recolhiam,
trêmulos em suas casas.
O mar, agitado, era um deus furioso,
que bramia violentamente
contra as pedras,
enquanto trovões ecoavam
como canções antigas de
antigos guerreiros
a cruzarem o oceano.
Sobre os oceanos, ao longe,
navios se perdiam
nas danças das ondas,
suas velas rasgadas pela fúria de um
vento, violento e impiedoso.
E o homem, perdido e em silêncio,
rendia-se aos gritos que só
a morte era capaz de proferir
e de ouvir.
No alto, as nuvens se contorciam
em meio à fúria dos céus.
Como rostos disformes emergindo,
de forma sombria, como reflexos
de uma entidade em fúria.
Como um espelho partido, o céu se quebrava,
revelando a queda dos céus,
enquanto o sol, moribundo, se apagava
no véu da tormenta.
E o náufrago, com olhos da loucura,
ouvia os sussurros da morte.
Suas mãos invisíveis e frias o puxavam,
guiando-o ao chamado do abismo,
onde vozes murmuravam segredos
e em sua alma apenas a escuridão habitava.
A tempestade rugia.
O céu era um mar revolto,
e tudo o que restava era um imenso tremor.
Sob a fúria dos céus em colapso,
em casa, moradores rezavam,
como se o próprio firmamento estivesse a cair.
A tempestade e o mar tornavam-se um só,
enquanto gritos do além ecoavam
do abismo insondável,
onde aqueles que caíam
jamais retornariam ao seu lar. – Tiago Amaral
o céu escurecia.
Os moradores se recolhiam,
trêmulos em suas casas.
O mar, agitado, era um deus furioso,
que bramia violentamente
contra as pedras,
enquanto trovões ecoavam
como canções antigas de
antigos guerreiros
a cruzarem o oceano.
Sobre os oceanos, ao longe,
navios se perdiam
nas danças das ondas,
suas velas rasgadas pela fúria de um
vento, violento e impiedoso.
E o homem, perdido e em silêncio,
rendia-se aos gritos que só
a morte era capaz de proferir
e de ouvir.
No alto, as nuvens se contorciam
em meio à fúria dos céus.
Como rostos disformes emergindo,
de forma sombria, como reflexos
de uma entidade em fúria.
Como um espelho partido, o céu se quebrava,
revelando a queda dos céus,
enquanto o sol, moribundo, se apagava
no véu da tormenta.
E o náufrago, com olhos da loucura,
ouvia os sussurros da morte.
Suas mãos invisíveis e frias o puxavam,
guiando-o ao chamado do abismo,
onde vozes murmuravam segredos
e em sua alma apenas a escuridão habitava.
A tempestade rugia.
O céu era um mar revolto,
e tudo o que restava era um imenso tremor.
Sob a fúria dos céus em colapso,
em casa, moradores rezavam,
como se o próprio firmamento estivesse a cair.
A tempestade e o mar tornavam-se um só,
enquanto gritos do além ecoavam
do abismo insondável,
onde aqueles que caíam
jamais retornariam ao seu lar. – Tiago Amaral
sexta-feira, 21 de fevereiro de 2025
Rosas Ao Vento
Lagrimas
sob a chuva.
Um olhar no
horizonte.
Lembranças
que vão e vem,
como as ondas do mar
a beijar a praia.
Mais um amanhecer,
frio, sem você.
Aurora solitária
das manhãs frias.
Rosas ao vento
parecem ser o único alento
em meio a saudade. – Tiago Amaral
sob a chuva.
Um olhar no
horizonte.
Lembranças
que vão e vem,
como as ondas do mar
a beijar a praia.
Mais um amanhecer,
frio, sem você.
Aurora solitária
das manhãs frias.
Rosas ao vento
parecem ser o único alento
em meio a saudade. – Tiago Amaral
quarta-feira, 19 de fevereiro de 2025
Olhos de Jaguar
No brilho
do olhar,
olhos de jaguar.
Sob as estrelas,
que lindo luar.
À noite se cala
quando as estrelas
saem para brincar.
Nada a cantar,
nem a declarar,
apenas o silencio
da noite
para comtemplar. – Tiago Amaral
do olhar,
olhos de jaguar.
Sob as estrelas,
que lindo luar.
À noite se cala
quando as estrelas
saem para brincar.
Nada a cantar,
nem a declarar,
apenas o silencio
da noite
para comtemplar. – Tiago Amaral
sexta-feira, 14 de fevereiro de 2025
Brasas Na Noite
A tarde se cala
junto ao sol,
a se pôr no
horizonte.
Que venha
o nascer do
sol do
amanhã.
Como brasas
a queimar
sob as luzes
das estrelas.
Há sempre
esperança
em cada
amanhecer,
junto ao
sol a nascer. – Tiago Amaral
junto ao sol,
a se pôr no
horizonte.
Que venha
o nascer do
sol do
amanhã.
Como brasas
a queimar
sob as luzes
das estrelas.
Há sempre
esperança
em cada
amanhecer,
junto ao
sol a nascer. – Tiago Amaral
terça-feira, 11 de fevereiro de 2025
Vento Uivante
Por tudo
que foi.
Por tudo
que for.
Por tudo
que um dia
o vento
levou.
Por tudo
que ficou:
Fotos,
memorias,
recordações.
Um jardim
de lembranças
sob o sol do
meio-dia.
Enquanto
o vento a
soprar, a tocar
o meu rosto
e uivar como
uma triste
melodia. – Tiago Amaral
que foi.
Por tudo
que for.
Por tudo
que um dia
o vento
levou.
Por tudo
que ficou:
Fotos,
memorias,
recordações.
Um jardim
de lembranças
sob o sol do
meio-dia.
Enquanto
o vento a
soprar, a tocar
o meu rosto
e uivar como
uma triste
melodia. – Tiago Amaral
quarta-feira, 5 de fevereiro de 2025
O Canto da Sereia
Noite no céu,
estrelas douradas
na imensidão.
Estrelas douradas
a refletirem
sobre o mar.
Só falta o teu
canto para
contemplar
o luar.
Como o brilho
nos olhos de
uma criança
em uma noite
de natal.
Apaixonadamente
como um bobo
coração de um
garoto.
Fui atraído por
teu canto
até a sua ilha.
Naveguei até
ti sob o mar
de estrelas.
Sonhei contigo
em noites
frias de luar.
Naveguei contra
a maré para
te encontrar. – Tiago Amaral
estrelas douradas
na imensidão.
Estrelas douradas
a refletirem
sobre o mar.
Só falta o teu
canto para
contemplar
o luar.
Como o brilho
nos olhos de
uma criança
em uma noite
de natal.
Apaixonadamente
como um bobo
coração de um
garoto.
Fui atraído por
teu canto
até a sua ilha.
Naveguei até
ti sob o mar
de estrelas.
Sonhei contigo
em noites
frias de luar.
Naveguei contra
a maré para
te encontrar. – Tiago Amaral
segunda-feira, 3 de fevereiro de 2025
Nos Olhos do Lince
Lagrimas
de sol.
Nos olhos
do lince.
No brilho
do olhar.
Tantas
estrelas
no ar.
Como
também
no mar.
Minha
secreta
solidão.
Um coração
na
contramão.
Sobre a rua
noite de luar.
Eu as estrelas
e o mar.
Secreto jardim.
Mais uma vez
a tarde chega
ao fim. – Tiago Amaral
de sol.
Nos olhos
do lince.
No brilho
do olhar.
Tantas
estrelas
no ar.
Como
também
no mar.
Minha
secreta
solidão.
Um coração
na
contramão.
Sobre a rua
noite de luar.
Eu as estrelas
e o mar.
Secreto jardim.
Mais uma vez
a tarde chega
ao fim. – Tiago Amaral
terça-feira, 28 de janeiro de 2025
Solidão ao Amanhecer
Quanta
solidão nesta
manhã.
Quantas
lembranças.
Em meio
ao amanhecer,
olhos de
pássaros.
Quero apenas
estar aqui.
Enquanto
observo a
linha do
horizonte,
os raios de sol
tímidos me
abraçam em
silêncio.
O vento,
folhas secas
ao vento,
me acertam.
Enquanto isso,
sou uma sombra
em meio à
vastidão do
tempo. – Tiago Amaral
solidão nesta
manhã.
Quantas
lembranças.
Em meio
ao amanhecer,
olhos de
pássaros.
Quero apenas
estar aqui.
Enquanto
observo a
linha do
horizonte,
os raios de sol
tímidos me
abraçam em
silêncio.
O vento,
folhas secas
ao vento,
me acertam.
Enquanto isso,
sou uma sombra
em meio à
vastidão do
tempo. – Tiago Amaral
quarta-feira, 22 de janeiro de 2025
Pinturas Inacabadas
Rosas escuras,
sob a chuva.
Um jardim sob
uma tarde fria.
Lembranças
que vem
como folhas
secas, em
uma fria
tarde de
outono.
Pinturas
inacabadas,
entre fotos
antigas.
Recordações
de tudo que
se foi.
Enquanto
a chuva cai,
e o outono
se aproxima. – Tiago Amaral
sob a chuva.
Um jardim sob
uma tarde fria.
Lembranças
que vem
como folhas
secas, em
uma fria
tarde de
outono.
Pinturas
inacabadas,
entre fotos
antigas.
Recordações
de tudo que
se foi.
Enquanto
a chuva cai,
e o outono
se aproxima. – Tiago Amaral
terça-feira, 21 de janeiro de 2025
Antigas Sepulturas
Folhas sob
o temporal
Um jardim
sob a chuva.
Uma lembrança
a repousar
sobre a linha
do horizonte.
Parece que
aquela tarde
de inverno
nunca vai
embora.
Flores sobre
antigas
sepulturas.
Um jardim
de árvores
mortas. – Tiago Amaral
o temporal
Um jardim
sob a chuva.
Uma lembrança
a repousar
sobre a linha
do horizonte.
Parece que
aquela tarde
de inverno
nunca vai
embora.
Flores sobre
antigas
sepulturas.
Um jardim
de árvores
mortas. – Tiago Amaral
sexta-feira, 17 de janeiro de 2025
Secreto Coração
No fundo
do lago.
Secreto
coração.
Noite de
sereias.
Mil e um
castelos
de areia.
Nós olhos do
lobo, secreta
solidão.
Lembro de
tantos lugares
e ruas por
onde passei.
Um antigo
filme em
preto e
branco.
Noite de
estrelas,
brilho estrelar.
Silencio
noturno
e a lembrança
de um olhar. – Tiago Amaral
do lago.
Secreto
coração.
Noite de
sereias.
Mil e um
castelos
de areia.
Nós olhos do
lobo, secreta
solidão.
Lembro de
tantos lugares
e ruas por
onde passei.
Um antigo
filme em
preto e
branco.
Noite de
estrelas,
brilho estrelar.
Silencio
noturno
e a lembrança
de um olhar. – Tiago Amaral
quarta-feira, 15 de janeiro de 2025
Sob A Tempestade
A tarde chega
de repente
começa
a chover.
Enquanto o sol
se põe sobre
o horizonte.
Houve dias
melhores
como uma
manhã de
primavera.
Uma carta
sobre a
mesa.
Sob o frio
da tarde.
Tudo que
estava
escrito.
Um jardim
sob a
tempestade. – Tiago Amaral
de repente
começa
a chover.
Enquanto o sol
se põe sobre
o horizonte.
Houve dias
melhores
como uma
manhã de
primavera.
Uma carta
sobre a
mesa.
Sob o frio
da tarde.
Tudo que
estava
escrito.
Um jardim
sob a
tempestade. – Tiago Amaral
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