Os pássaros
voam nessa
manhã sombria
enquanto os
olhos se perdem
no horizonte.
Os corvos,
parados,
em meio à
colheita.
E na cozinha,
o vapor do
café sobre
a mesa.
O contraste
que se perde
nas nuvens
do amanhecer.
E entre livros
e mobílias.
E os pensamentos
que duram até
o entardecer.
E entre a solidão
e o coração.
Memórias são
como pássaros. – Tiago Amaral
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