Memórias de
um outono.
Como canções
que já não tocam
mais no rádio.
Folhas secas
em uma tarde
tão fria.
Flores de
inverno numa
manhã tão
bela.
Um jardim
sob a chuva.
O sol pela
manhã, como
memórias
repentinas.
Em uma tarde
solitária e
fria de inverno.
E a tarde chega
ao fim, sobre
as memórias
do jardim. – Tiago Amaral
quarta-feira, 25 de junho de 2025
quinta-feira, 19 de junho de 2025
Estação da Partida
Pássaros sob
o amanhecer.
À tarde, o sol
se despede
sob o entardecer.
Diante do
horizonte,
quantas
andorinhas
voam sobre
a colheita.
Quantas
recordações
nessa flor
de girassol.
E quantas
lembranças
nesse pôr
do sol.
Quantas
saudades
daquelas
tardes de
outono.
Quanto pesar
daquele
último outono. – Tiago Amaral
o amanhecer.
À tarde, o sol
se despede
sob o entardecer.
Diante do
horizonte,
quantas
andorinhas
voam sobre
a colheita.
Quantas
recordações
nessa flor
de girassol.
E quantas
lembranças
nesse pôr
do sol.
Quantas
saudades
daquelas
tardes de
outono.
Quanto pesar
daquele
último outono. – Tiago Amaral
quinta-feira, 12 de junho de 2025
Jardim Abandonado
Como antigas
fotografias,
um jardim
abandonado,
como antigas
sepulturas.
O sol de
outono a se
pôr sobre
o horizonte,
como o último
florescer
de um girassol.
Lembranças
que se perdem
ao vento,
minhas únicas
testemunhas.
Como teus
olhos, em minhas
memórias:
flores desabro-
chando
numa manhã
fotografias,
um jardim
abandonado,
como antigas
sepulturas.
O sol de
outono a se
pôr sobre
o horizonte,
como o último
florescer
de um girassol.
Lembranças
que se perdem
ao vento,
minhas únicas
testemunhas.
Como teus
olhos, em minhas
memórias:
flores desabro-
chando
numa manhã
de primavera. – Tiago Amaral
quinta-feira, 5 de junho de 2025
Jardim das Memórias
Com folhas
de outono.
Como um jardim
sob a chuva.
Como corvos
voando sob
o amanhecer.
Na tarde,
o entardecer
que chega
em sua secreta
solidão.
Folhas que
se dissipam
em pleno ar.
Um jardim
em minhas
memórias,
como flores
sob a chuva,
como teus
retratos
em meus desenhos.
Enquanto
a chuva cai,
enquanto
a tarde
se esvai,
enquanto
o tempo
se fecha
sobre
minha secreta
de outono.
Como um jardim
sob a chuva.
Como corvos
voando sob
o amanhecer.
Na tarde,
o entardecer
que chega
em sua secreta
solidão.
Folhas que
se dissipam
em pleno ar.
Um jardim
em minhas
memórias,
como flores
sob a chuva,
como teus
retratos
em meus desenhos.
Enquanto
a chuva cai,
enquanto
a tarde
se esvai,
enquanto
o tempo
se fecha
sobre
minha secreta
solidão. –
Tiago Amaral
segunda-feira, 2 de junho de 2025
Memórias de Outono
Ao longe
gaivotas
voam sobre
as águas do
oceano.
No cais
um barco
solitário.
Enquanto
folhas de
outono
se perdem
no ar.
O retrato
de um velho
farol.
Memorias
de um velho
moinho.
Enquanto
a chuva
começa a cair.
E o sol se
põe sobre o
horizonte. – Tiago Amaral
gaivotas
voam sobre
as águas do
oceano.
No cais
um barco
solitário.
Enquanto
folhas de
outono
se perdem
no ar.
O retrato
de um velho
farol.
Memorias
de um velho
moinho.
Enquanto
a chuva
começa a cair.
E o sol se
põe sobre o
horizonte. – Tiago Amaral
quinta-feira, 22 de maio de 2025
Jardim de Orquídeas
Orquídeas
de um jardim
secreto.
O farol
solitário
como o pôr
do sol.
Lembranças
que cercam
o velho
moinho,
como crianças
a brincando
ao vento.
Mesmo sob
a fria
tarde de
outono,
as ondas
tão solitárias...
Ainda assim
retornam
para beijar
a praia.
Memórias
repentinas.
Lembranças
que voltam
como ondas
do mar,
como cada
estação
que se esvai. – Tiago Amaral
de um jardim
secreto.
O farol
solitário
como o pôr
do sol.
Lembranças
que cercam
o velho
moinho,
como crianças
a brincando
ao vento.
Mesmo sob
a fria
tarde de
outono,
as ondas
tão solitárias...
Ainda assim
retornam
para beijar
a praia.
Memórias
repentinas.
Lembranças
que voltam
como ondas
do mar,
como cada
estação
que se esvai. – Tiago Amaral
quinta-feira, 15 de maio de 2025
Lágrimas de Outono
Quantas lembranças
retornam como
ondas do mar.
Olho a linha
do horizonte
para me recordar.
Uma casa sob
a chuva em meio
à tarde fria.
Tantas recordações,
como antigas
canções
que tocam no rádio.
Diante do imenso
oceano, enquanto
o vento sopra
entre nuvens
de algodão.
Parece que
tudo ainda está
no ar, como folhas
secas de outono
levadas pelo vento. – Tiago Amaral
retornam como
ondas do mar.
Olho a linha
do horizonte
para me recordar.
Uma casa sob
a chuva em meio
à tarde fria.
Tantas recordações,
como antigas
canções
que tocam no rádio.
Diante do imenso
oceano, enquanto
o vento sopra
entre nuvens
de algodão.
Parece que
tudo ainda está
no ar, como folhas
secas de outono
levadas pelo vento. – Tiago Amaral
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