quarta-feira, 5 de fevereiro de 2020

De Volta Ao Bairro

Hoje eu acordei a fim
de ir na contra mão.
Correr atrás dessa
Ilusão.
Por que sentir você
me chamar.

Tão bobo e cego ouvir
meu coração.
Era você de volta ao
bairro.
Tanto tempo passou,
mas você não mudou.

Foram correndo me
avisar, que você voltou.
Acho que todo mundo
já sabe... Que sempre
vou te amar.

Lua bonita no céu e você
do outro lado da rua.
Tão linda quando te vi...
Que bom que nada
mudou aqui. – Tiago Amaral

segunda-feira, 3 de fevereiro de 2020

Flores do Campo

Se ás vida em mim a sim como
nás cores nas flores.
Então por fim ás amares.
Se ás sensibilidade em mim
a sim como no sentir do vento.
Ao balançar os galhos das arvores.
Ao fazerem as folhas sobre o
ar ás dançares.
Então por fim ás amarei.
Ás então por fim agora só...
só mente minha alma a caminhar
sobre tais flores. De amor então
tanto amarei a natureza.
Então se ama, ás de continuas
amas; faz-se então eterno o
amor.
Se por fim se fazer por verdadeiro.
Transcendendo então o amor além
de tudo.
Além da morte e da vida. Além do
tempo e do espaço. Além da própria
eternidade.
O que és então os defeitos se não
algo efêmero.
Diante do amor que transcende
da verdade. – Sebastian (Conto: Sebastian e Elise de minha autoria.)

sábado, 1 de fevereiro de 2020

Entre A Natureza

A natureza me chama.
O chamado da alma
me encanta.
És o alento da alma
livre.
O horizonte que
sonha o homem.

A montanhas vivas
sobre o horizonte.
O sol que corta as
nuvens.
Clama por ela o
homem apaixonado.

És o alumbramento
da alma viva.
Os olhos do amante.
A paixão intensa que
abrasa a alma.

O amante que corre
cego. A cegueira
que cega o amante.
Cresci e floresce a
mocidade dela.
És o desabrochar
da alma dela.
Estás apaixonados os
olhos.

O amor eterno dos
enamorados.
Dança linda entre as
margaridas.
Ansiava minha alma
pela alma dela.
Suplicava de desejo
o corpo... E de amor a
alma. – Tiago Amaral

quinta-feira, 30 de janeiro de 2020

Manhã Fria

Pés descalços sobre
areia fina da praia.
Manhã fria sobre
os meus olhos.
Olho pela manhã
o velho farol.

Velhas fotografias
que me trazem
você... Não consigo
te esquecer.
Em folhas o teu
retrato.

Teus olhos que me
fitam.
A doce aurora fria
das manhãs.
Você ainda continua
aqui.

A única flor que ainda
vejo a florir.
Uma alma solitária em
uma manhã fria...
Como sempre foi.
Como sempre foi...
Sem você aqui. – Tiago Amaral



quarta-feira, 29 de janeiro de 2020

Viva Para Sempre

Doce recordações...
Teus olhos em velhas
folhas de papel.
O dorso do teu corpo
não terminado em
argila.

A forma de mim a
próxima de você.
De lhe manter viva...
Para sempre em
minha solidão.

Em meio a velhas
telas o teu retrato
exposto.
Teu rosto que me
cerca... Eu ainda
te amo.

A tarde que chega
vazia com a fina
chuva de verão.
Teus olhos como
ontem eu ainda
sinto você. Viva para
sempre... Meu amor. – Tiago Amaral



Asas da Paixão

Caído em um labirinto
de utopia.
Um jardim de doces
quimeras.
Algo que me ligar
aos teus olhos.

Lagrimas de anjo
em meio a solidão.
Asas caídas em meio
a dor de um amor
impossível.

Doces olhos de uma
mortal.
A dor de um anjo que
sangra.
Caído sobre os teus
pés.

A correnteza de um
devaneio que me
arrasta... que me
arrasta sem fim.

A um desejo intenso,
não só pelo teu
corpo... Mas também
por tua alma. – Tiago Amaral



quinta-feira, 23 de janeiro de 2020

O Homem Selvagem

Na natureza eu busquei
me encontra; contemplar
a beleza da solitária praia...
Um homem livre e selvagem.

Ter a natureza como modo
de vida e poder nela viver.
Que um dia lembre-se do
homem selvagem que
largou tudo que nunca
foi dele... Para se perder
na natureza.

O homem cujo o lar
era somente a estrada.
Que se embrenhava nas
entranhas da natureza
em busca do êxtase...
Em busca do tutano
mais precioso da vida.

E que se via tão longe
de casa, mas tão perto
de si mesmo.
O errante que vagava
e na natureza se encontrava...
Para não mais se contaminar
com a civilização. – Tiago Amaral