Os pássaros
voam nessa
manhã sombria
enquanto os
olhos se perdem
no horizonte.
Os corvos,
parados,
em meio à
colheita.
E na cozinha,
o vapor do
café sobre
a mesa.
O contraste
que se perde
nas nuvens
do amanhecer.
E entre livros
e mobílias.
E os pensamentos
que duram até
o entardecer.
E entre a solidão
e o coração.
Memórias são
como pássaros. – Tiago Amaral
segunda-feira, 29 de dezembro de 2025
quarta-feira, 17 de dezembro de 2025
Entre Estrelas
Estrelas em
silêncios
em noites de
luar.
Os olhos que
refletem a terra.
A natureza
dos lobos.
O xamã sobre
as pedras.
O caminho
conduz o
homem.
Constelações,
plêiades.
Rumo ao
infinito.
Almas
pulsantes.
Nada mais
bonito. – Tiago Amaral
silêncios
em noites de
luar.
Os olhos que
refletem a terra.
A natureza
dos lobos.
O xamã sobre
as pedras.
O caminho
conduz o
homem.
Constelações,
plêiades.
Rumo ao
infinito.
Almas
pulsantes.
Nada mais
bonito. – Tiago Amaral
sexta-feira, 12 de dezembro de 2025
Castelos de Areia
Como
o sol
que se põe,
castelos de
areia são
abandonados.
A praia nunca
esteve tão
solitária,
o horizonte
nunca esteve
tão triste.
Lembranças
circulam
como plumas
ao vento.
O teu jardim
repousa sob
o sol da tarde.
Entre raios
solares,
olhares,
e o fogo da
alma que
ainda queima. – Tiago Amaral
que se põe,
castelos de
areia são
abandonados.
A praia nunca
esteve tão
solitária,
o horizonte
nunca esteve
tão triste.
Lembranças
circulam
como plumas
ao vento.
O teu jardim
repousa sob
o sol da tarde.
Entre raios
solares,
olhares,
e o fogo da
alma que
ainda queima. – Tiago Amaral
quarta-feira, 3 de dezembro de 2025
Memórias ao Entardecer
Observo o horizonte.
Gaivotas cruzam o céu
sobre o oceano silencioso.
No jardim, sob a chuva,
é onde encontro
as tuas memórias.
Lembranças de inverno,
leves como plumas ao vento,
como folhas de outono
carregadas pelo ar.
Memórias repentinas,
como a tarde que se apaga,
enquanto o sol, no horizonte,
lentamente se põe. – Tiago Amaral
Gaivotas cruzam o céu
sobre o oceano silencioso.
No jardim, sob a chuva,
é onde encontro
as tuas memórias.
Lembranças de inverno,
leves como plumas ao vento,
como folhas de outono
carregadas pelo ar.
Memórias repentinas,
como a tarde que se apaga,
enquanto o sol, no horizonte,
lentamente se põe. – Tiago Amaral
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